Cinespectadores, fui conferir à tão odiada refilmagem de O Dia em que a Terra Parou (1951), desanimado porque ao longo desse tempo (pré-estréia), foram muitas críticas negativas tanto ao porque de se refilmar tal filme e aos atores, diretores e etc...
Primeiro de tudo, quero deixar claro que meu celular funciona e a Luíza deveria ter pedido meu número e me ligado, antes de eu ter ido para minha casa pensando que ela e o Iago estariam me esperando na nossa humilde vila para nós, enfim, irmos felizes ao cinema assistir 'QUEM VAI FICAR COM MARY?', ops, quer dizer: O Dia em que a Terra Parou.
Levei a camera pra tirar algumas fotos, mas só tirei uma. Quase perdi a pobre coitada, saímos para comprar o ingresso e deixei a câmera na mesa, é mole? A sorte foi que um garçom boa-praça e dotado de um bom-senso e humildade incríveis, levou para o 'Achados e Perdidos', então, a Luiza foi lá e recuperou-a, para mim. Obrigado, lulu (wth?).
Entramos na sala e os trailers foram legais: Anjos e Demônios, Operação Valquírea, Velozes e Furiosos 4, DragonBall Evolution (MEDO) e outro lá que eu esqueci, de lobisomen e tudo mais... (?) Mas, voltando ao que nos interessa:
Regular. É o que eu acho do filme. Não vou ser radical a ponto de dizer que o filme não vale os seis reais, mas que poderiam ter caprichado mais, isso poderiam. Eu também sou suspeitíssimo para falar de filmes com Keanu Reeves, até porque eu gosto do trabalho do cara, desde Matrix, claro, onde o sem-expressão interpreta o hacker Thomas 'Neo' Anderson, o escolhido. Mais filmes bons foram protagonizados por ele: Constantine e Advogado do Diabo, esse último tendo outro monstro dividindo o brilho do filme (Al 'SuperMan' Pacino) junto de Reeves.
É regular/ruim, cara, não tem outra. A menina que estava sentada na minha frente, dormiu. Iago quase saiu da sala de tanta agonia. E eu... fiquei lá até o fim, esperando uma melhora.
Não vamos dizer que é essa porcaria toda, porque a mensagem do filme é forte! Será mesmo que a humanidade consegue mudar de 'estilo'? Enquanto houver dinheiro, resposta: NÃO!
O grande problema do filme, na minha opinião, é: Nas cenas onde você espera que a ação aconteça, que a luta começe e que o sangue brote de algum lugar, ela não acontece. A cena acaba e você fica com aquela sensação de "quero mais". E nas cenas onde você espera que a emoção tome conta do seu ser, ela não toma. A cena cai no clichê de sempre e você fica, tipo: 'Já vi isso antes, em pelo menos 10 filmes.'.
Jennifer Connely é linda, mas não me convenceu. Jaden Smith... bom, vou deixar vocês opinarem sobre ele, não vou acabar com a carreira do pobre/rico menino...
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Sessão Cinematográfica: O Dia em que a Terra Parou
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Sessão Cinematográfica: Coração de Tinta
Cinespectadores, fui ontem conferir o novo filme de Iain Softley (A Chave Mestra) que muda totalmente seu estilo (ou não), saindo de um suspensezão para um filme infantil. Coração de Tinta é uma adaptação de um livro e, sendo assim, mais filmes vem por aí. Quer saber como foi? Vem comigo, então... Dei uma de babá hoje. Ta, pode rir... Tive que levar minhas duas primas e meu, eu ia me encontrar com meus amigos! Eu sei, vai rindo... O engraçado é que das 543 pessoas com que eu marquei o filme, só a Djeis apareceu e depois chegou a Dany. Sorte a minha, já pensou nego me zoando de babá por aí? Nem brincando!
Compramos um pipocão e, por sorte, as priminhas estavam cheias da grana! Muhahaha, pra quê... Pagaram tudo: Fanta Uva, pipocão... E eu não desembolsei nem um dinheiro porque afinal, eu era o maltratado da parada! Estavam todos de bem com a vida, menos eu. Gabi e Robson, parceiros de igreja também estavam por lá, felizes e saltitantes por ver o primeiro filme em Palmas. O primeiro de muitos que se depender de mim, vamos estar lá sempre.
Entramos na sala e pegamos a última fileira da direita. Agora, cara, momento protesto aqui nessa joça: O rapá do cinema que regula o arcond, pelamordedeus negão! Regula aquela parada direito! Que frio era aquele ontem? Cristo! Velho, tava tão frio que eu tive que comer pipoca frenéticamente fazendo um barulhão para esquentar as mãos ou whatever. Foi thrash, no fim do filme eu já tava congelando, mesma coisa aconteceu em The Dark Knight, só que a diferença é que o filme tava tão bom que eu nem percebi o frio, só naquela parte que a ação da uma parada pra explicar o filme, aí sim eu senti o Polo Sul. Então fica o recado, mas como eu sei que ninguém vai ler isso, da próxima vez eu vou levar o casaco. x)
O filme Coração de Tinta fala sobre um cara que, quando lê um livro, traz os personagens do livro para o mundo real. Língua Encantada é o apelido de Brendan Frasier, que com seu carisma, não faz valer o ingresso. Isso mesmo! Mas é sempre bom ver filmes com ele, até porque é um ator já consagrado com a trilogia mumificada.
O problema do filme é que são muito poucas as cenas de humor. Meu ponto é, se o cara quer fazer um filme infantil sem fazer a criançada rir, qual é o objetivo dele? Pô, a idéia do filme é bem pra criança mesmo não é possível que eles queria fazer um filme 'inteligente' só para os mais sabidos entenderem. Achei que faltou sim, uma pitada de humor. Anyway, vale o ingresso!
sábado, 13 de dezembro de 2008
Sessão Cinematográfica: Max Payne

Eu fui, né. Animado como sempre, feliz como sempre e sem dinheiro (como sempre). Marquei de última hora com a Djeis e a Irmã da Djeis. Convidei a Dany pra ir, isso é crucial. E fomos.
Cheguei no cinema e nenhuma delas estava no local. Pô, nós marcamos 20:00 e já eram 21:00 sendo que a sessão começava 21:20. Só que elas chegaram e eu não veria outra sessão sozinho como nos posts anteriores. Acredite, estou acostumado à assistir cinema alone in the dark, mas com amigos é bem melhor. Até porque, amigo mesmo é difícil de se encontrar. I mean, hoje em dia o mundo ta cruel e isso também é crucial.
Começou a sessão e eu não estava no mesmo ânimo, sei lá. Eu sabia que não devia ter feito o que fiz, mas fiz, porque eu sou teimoso e tenho que aprender a não ser. Me ensina? Recaptulando, a sessão começou. Começou bem até, bixo. Mas o filme foi caindo de produção e caraca, chegou uma hora que tava um saco! Um frio do caramba e o filme tava ruim! Quer coisa pior? O pior ainda está por vir.
Djeis não parava de conversar, só não dei um cutuveladão porque ela é mulher, porque se não... O destino é engraçado, sabe porque? Porque ele não existe! Por isso é motivo de graça. "Ah, meu destino é ser médico.", "Olha, somos almas gêmeas, é o destino.". Não façam como, sei lá quem, façam como Harvey Dent, no Dark Knight. Faça sua própria sorte. - Marcelo, vou ali, o pai da Dany morreu. WTH? Morreu? Como assim, morreu?
Faleceu. Coisa do destino.
Elas saíram da sala e eu tipo: Caraca, eu que insisti pra Dany vir, a culpa é minha! NadáVê, eu sei, mas minha mente trabalhou muito e eu perdi 10 minutos do filme só pensando nisso. Acabou que eu saí da sala pra ver se elas ainda estavam lá. E estavam! Bom, graças a Deus que estão aí, vou poder tentar consolar alguém. Pensei. Mas sei lá, algo estava mais estranho que o normal. Elas tavam rindo. Rindo? É, rindo! Mas o cara morreu, porque tão rindo?! Ele não era meu pai, respondeu Dany. E minha preocupação?! Atoa! Nisso, já tinham se passado 20 minutos de filme, estava querendo ir pra casa, não tava tudo bem. Nem comigo nem com nin... quer dizer, só comigo, porque todo mundo tava bem! Mas eu queria minha casa, minha cama, minha geladeira (?).
O mundo ta cruel, man.
Eu sei que depois eu fiquei sabendo que eu teria que desistir. Já era pra eu ter desistido, mas sei lá né, ela é a última que morre. E ela se foi.
Voltei a ver o filme e foi a mesma coisa do início do post. Estava bom e decaiu de produção sinistramente! Paynezão não deu conta do recadão e eu saí da sessão chateadão!
Só espero que, daqui pra frente, o destino não seja tão imprevisível, tão sem graça e tão cruel como foi hoje.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Sessão Cinematográfica: Última Parada 174
Koéh, mermão! Po%#!, ta de sacanagem neguín?? Atividade no bagulho, car$#@@!
Cinespectadores, fui conferir totalmente atrasado o filme Última Parada Um-Sete-Quatro, filme de Bruno Barreto e que vai concorrer ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro! E deixa eu fazer uma pergunta infame: Você cansou de filmes de favela? Eu não!
Deve ser porque filme de favela é sempre uma novidade [/ironia]. Em um filme eles dão tiro na mão do inocente, no outro eles dão tiro no pé e no outro eles te dão a opção: "Mão ou pé, mermão?" (/rima) Em Última Parada 174, por exemplo, o tiro é na cara mesmo. Outra coisa curiosa em filmes que tratam do subúrbio carioca é que os palavrões são sinistramente usados e abusados e escraxados e normalizados. Se alguém tiver paciência de contar quantos palavrões foram ditos em Cidade de Deus e em Última Parada 174, vai ter um ótimo entretenimento. Queria até sugerir aqui pro RapaduraCast, que façam um podcast, colocando no ringue do Duelo três filmes de favela. I mean... é só uma sugestão, até porque o último podcast sobre os filmes Bruxa de Blair (CLASSIC), Cloverfield (JJ "The man" Abrams) e R.E.C (SINSTER), foi EXCELENTE! Err... voltando o foco pro filme...
Calma, antes eu vou relatar a minha chegada ao local: Entrei na sala de cinema, e me veio a mente o dia quando fui ver SAW V. Sala vazia. Ninguém.
Nenhuma alma até os primeiros 5 minutos de filme. Aí sim, a galera começou a chegar. Eu quero aproveitar o espaço que me foi concedido (?), para fazer um apelo à galera de Palmas City: Galerona, vamos ao cinema! É bom! É caro, mas é bom! Cultura. Agora sim, vamos ao filme...
Sinistra! A história de Sandro, the killer of the bus, é sinistra! Não muito diferente da história de muitos brasileiros, exceto pelo fatídico episódio do Onibus 174, onde saíram duas pessoas mortas, entre elas, estava (Alê)Sandro. Um menino que, antes da sua mãe ser morta em um assalto, era feliz e sonhava em ser rapper. O cara tinha o macete de fazer rimas, até tentei gravar na cabeça uma das frases que eu raxei de rir no filme e que ninguém mais riu, só eu, que é quando a Tia Walquírea pergunta porque ele não escreve seus raps pra que ele não esqueça, e então o menino responde: "Porque se eu escrever eu não vou ter criatividade para fazer outro. Eu gosto é de esquecer!"
Na verdade, eu me surpreendi com a película (?). Eu fui desacreditado por tudo e todos, nego(a) falava pra mim, "Eu não vou contigo não, esse filme parece ser chato!" e eu lá, "Vamo, vai ser legal..." e nada! Todos me desanimando. Foi quando o roteiro de Bráulio Mantovani calou a boca de todos(as) eles e até a minha! O filme me prendeu do início ao fim, graças a Deus, porque eu não gosto de jogar dinheiro fora pra ver filme ruim. Única coisa pior que filme ruim é leitura ruim! Perda de tempo do caramba... E serviu também pra esclarecer a história da mulher que dizia ser a mãe de Sandro e queria pedir indenização e a troçada toda.
Só tenho que dizer que o final, o momento que todos estavam esperando, o clímax, o ingresso do filme... não foi tão bom assim. I mean, o sequestro que era o sequestro não foi abordado de uma forma mais intensa, na minha opinião. MAS ISSO TEM EXPLICAÇÃO, com certeza tem. Não era a proposta do filme falar do sequestro em si, mas sim da história da mãe do garoto e do garoto e do outro garoto que na verdade era filho da mãe que achava que era mãe do garoto que sequestrou o ônibus. (?)
O filme vai concorrer ao Oscar na categoria MELHOR FILME ESTRANGEIRO, vamos torcer pro Brasil ganhar alguma coisa! Não que ele não ganhe nada... pelamor, não quis dizer isso... Mas você sabe né... Ordem e Progresso, forever!
domingo, 30 de novembro de 2008
Sessão Cinematográfica: Jogos Mortais V

Cinespectadores, obrigado pela ótima receptividade no meu primeiro post falando sobre o filme ‘007 – Quantum of Solace’. Recebi muitas críticas, positivas e negativas sobre o post e sobre o blog. Vocês comentaram bem sobre o filme e sobre o ator, claro que, cada um com uma opinião diferente e isso foi motivador pra mim. Introdução tosca para um filme tosco, vamos à Jogos Mortais V.
17:00 e lá estava eu. No ônibus. Pois é, pra quem “pegou o carro do coroa e saiu dirigindo pelas ruas de Palmas” no post anterior, ônibus não é lá um meio de transporte adequado. Mas acreditem, é a minha realidade. Ônibus todos os dias e isso é o que há. Já ouvi gente dizer que, quem nunca andou de ônibus, não sabe se virar. Mas como assim? Quem nunca andou de ônibus pelo amor de Deus? Enfim...
A sessão iria começar às 17h20min e eu cheguei ao cinema 17h10min. Completamente vazio, com exceção de umas 5 ou 6 pessoas que compraram o ingresso para ver ‘Ensaio Sobre a Cegueira’, estrelando a fabulosa Julianne Moore. Pois bem, tenho 17 anos. Cheguei para a moça da recepção e antes de falar com ela, olhei pra cima. O cartaz de Jogos Mortais dizia: Cenas inapropriadas para menores de 18 anos. Pensei comigo mesmo que, vélho, não vim de tão longe (?) pra não assistir este filme só porque tenho 17 anos. Fiz cara de mal pra mulher e disse “Vem cá, quanto ta o ingresso hoje ehin?”. Ela deve ter se assustado, sei lá, fez uma cara meio estranha e respondeu que aquele dia era meia entrada para todos. “Opa! Beleza!” pensei comigo mesmo. Pedi, com a mesma cara de mau um ingresso para os filme Jogos Mortais e enfatizei em dizer Jogos Mortais. Eu estava de preto, tinha que pagar de tr00 para a mocinha indefesa, oras. Ela deve ter achado mais estranho ainda, porém, enquanto estava imprimindo o ingresso eu deixei escapar a expressão malévola e voltei com minha cara de 17 anos. A moça parece que tinha um sensor de menores e perguntou: ‘Tu não é menor não, né?’ Me assustei, fiquei gelado e tremi. Não queria perder o ingresso, nem a sessão, nem nada. Meti a cara de mal de novo e mandei: ‘Ta de sacanagem?’ Só que com uma pitada de humor. Ela riu e disse: ‘Relaxa, sala 01 viu?’. Pergunta: Ela percebeu ou não?
Passado este episódio, no mínimo anormal, eu fui me sentar e esperar a sessão. Porém, algo estava diferente. As pessoas compravam os ingressos e entravam todas elas na sala 02. Meu, será que ninguém comprou ingresso pros Jogos Mortais maquiavélicos de Jigsaw? Comecei a pensar que teria de enfrentar aquela sessão sangrenta sozinho e aquilo me deu uma aflição cara, tão grande! Ver filme de terror no cinema é normal, mas, sozinho? Caraca...
17h20min e NINGUÉM, absolutamente NINGUÉM tinha entrado na sala 01. Um carinha estava parado em frente à porta da sala 01 e eu perguntei as horas, ele me disse que já estava para a sessão começar. Pensei em comprar pipoca, mas eu tava nervoso, já estava pipocando sem nem ter entrado na sala. Entreguei o ingresso nas mãos do cara e entre na sala escura. No telão umas musicas toscas (mais do que este post e o filme juntos) tentavam alegrar o ambiente. E meu, NINGUÉM estava na sala, a não ser eu.
A última fileira estava vazia, meu trono (?) estava ali me esperando. Sentei na cadeira e comecei a lembrar de algumas coisas felizes para me acalmar, porque sem sacanagem, eu estava nervoso mesmo! Ver um filme sanguinário e sanguinolento no cinema não é lega cara, não mesmo! Mas algo me acalmava. Jogos Mortais é um filme que tem roteiro poxa! Eles não vão gastar a maior parte do tempo com vísceras saindo do corpo das pessoas. DOCE ENGANO!
E o trailer começou. Aí eu já tava tipo: Ferrou, negão, já era playboy!!! Comecei a ver o trailer e de repente, uma pessoa apareceu. Procurou um lugar e se sentou. UFFA! Eu olhava incansavelmente pra essa pessoa que estava totalmente tranqüila. Acalmei-me um pouco, afinal, não estava mais sozinho. Se um maníaco aparecesse ali e quisesse jogar conosco eu teria alguém para dividir o sofrimento (WTH?). Mas algo impressionante aconteceu, eu assisti o trailer e quando olhei para os lados já estavam umas 10 pessoas ocupando cadeiras! Mas como assim? Eu tava ali sozinho, cara, brotaram pessoas da onde, man? Eu sei que eu me tranqüilizei. Ninguém sentou na minha fileira, ela era só minha!
Só sei que se estivesse com pipoca não iria conseguir come-la. Man, o que é aquilo? A primeira cena é o cartão de visitas do que esta por vir durante uma hora e alguns minutos de puro sangue e tortura. Ridículo! Eu fui ao cinema pra ver gente morrer? Não, eu fui ao cinema pra ver como que o Hoffman ia substituir John Krammer! Fui para ver se Julie Benz ia se sair tão bem quanto ela se sai no seriado "Dexter". E a carta que a Amanda leu no terceiro filme? O que tava escrito? O que tinha na caixa que Jill abriu? ONDE ESTÁ DR. GORDON? ONDE? DIGAM-ME! Revoltante, tosco total. Sangue, tripas e um cara tentando imitar o Jigsaw, mais nada.
Não vou mentir, eu sabia que o filme ia ter só isso. Haha é engraçado, mas cara o primeiro filme foi incrível. O segundo também depois eles perderam a linha. Virou gore, gore total. Enfim, esse filme superou o quarto. Se o quarto foi ruim, esse então... Mas eu não ligo! Vou ver o sexto, o sétimo e o qüinquagésimo oitavo do mesmo jeito...
sábado, 29 de novembro de 2008
Sessão Cinematográfica: 007 - Quantum of Solace
007 – Quantum of Solace
Cinespectadores, a minha primeira aventura nas telonas deste mês de novembro, foi com o filme Quantum of Solace, o novo 007. O agente licenciado para matar, James Bond, está agora – segundo a sinopse do próprio filme – lutando para não deixar sua última missão migrar para o lado pessoal. Interrogatórios, perseguições SINISTRAS de carros e muita ação, marcam o filme que, na minha opinião, é inferior ao Cassino Royale, mesmo que no primeiro filme estrelado por Daniel Craig a maior parte acontece em uma mesa de Poker. Amo Poker.
Pois bem, cheguei ao cinema com uns amigos lá pelas 23h15min, pegaríamos a última sessão daquela sexta feira de muito estudo. Muito estudo? Pré-vestibular estava comendo solto, saímos mais tarde porque o professor de História nos segurou até a língua dele criar calo e não conseguir mais explicar nada sobre o Fascismo/Nazismo/Mussolini/Hitler.
Éramos 5 moleques estudiosos chegando ao local onde o cinema estava instalado. Eu estava de carro aquele dia, o coroa liberou a chave e lá estava eu dirigindo pelas ruas de Palmas City, vulgo Filial do Inferno, isso por ser uma cidade em que 40 graus a noite é motivo de alegria e de colocar cobertas para dormir. [/hipérbole]
Pedimos o ingresso, sessão corujão é mais barato que as sessões anteriores e isso era bom porque um colega nosso estava sem dinheiro e por ironia do destino era o mais playboy de todos, enfim, vai entender... Outro amigo meu tentou dar em cima da atendente que nem deu bola, até porque o garoto não era tão atraente assim (foi mal Carlão). Conversamos um pouco e decidimos entrar, sem pipoca e refrigerante, iríamos ver o filme no puro!
Entrando na sala escura, procuramos um lugar bom. Eu, nerd total, tentei puxar os caras para a última fileira, mas não quiseram. Fomos para o meio da sala, aff! E pra quê? Sempre da errado, meio da sala ou te tacam pipoca ou chutam sua cadeira. Não tacaram pipoca, mas bicaram a gente até o fim da sessão. Saco, total! Pedimos para pararem e pararam. Mas não totalmente. O chute não era forte, mais como um empurrão, cara será que o cara tinha a perna da Ana Hickmann e não conseguia ficar com elas encolhidas por, no mínimo, 5 minutos? Enfim, o filme foi ótimo. Inferior ao Cassino, na minha opinião, mas valeu o ingresso. A sala saiu sorridente e feliz, nós também juntamente com todos ali. A pergunta é: Daniel Craig realmente serve para ser James Bond?
Li alguns artigos, alguns posts no Orkut, dizendo que Daniel Craig não deu ar de Bond ao personagem...
Não sei não, galera... Pra mim, Daniel Craig interpreta o personagem do jeito dele, um jeito diferente e melhor. Bem melhor.